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Autor: eder

Vantagens e benefícios do whitetopping e do inlay na reabilitação de pavimentos

Por Marcos Dutra de Carvalho

Engenheiro civil, líder especialista em Pavimentação da ABCP

Para o autor, as vantagens e os benefícios da adoção do whitetopping e do inlay na reabilitação de pavimentos asfálticos enquadram-se em pelo menos sete categorias, que se interligam, a saber: economia, técnica e desempenho, construção, custo de iluminação pública e consumo energético, segurança e conforto de rolamento, ecologia e meio ambiente, e normatização.

Leia o artigo na íntegra.

Ponto de vista: transporte de qualidade

Por Ronaldo Vizzoni*

As cidades brasileiras enfrentam diariamente grandes desafios. Em um cenário marcado pela falta de infraestrutura viária para suportar o crescimento da frota, em que há precariedade dos meios de transporte e excesso de veículos de passeio – sinônimo de engarrafamentos – o maior deles talvez seja oferecer transporte de massa de qualidade. O BRT – Bus Rapid Transit, conhecido como corredor exclusivo de ônibus, é uma alternativa eficiente para minimizar essa situação.

 

* Leia o artigo completo do gerente de Infraestrutura da ABCP na coluna Ponto de Vista, do jornal Cruzeiro do Sul, de Sorocaba (SP), 11/08/2012.

Pavimento urbano de concreto é tendência

Por Fábio Castaldelli*

Uma das tendências em cidades de grande e médio porte é aderir ao pavimento urbano de concreto. O principal motivo da escolha está na economia, que, de acordo com especialistas, pode variar de 35% a 80%. O gerente de Infraestrutura da Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP), Ronaldo Vizzoni, menciona que os menores gastos estão relacionados, em grande parte, à resistência do material.

 

* Leia a reportagem completa do Diário do Norte do Paraná (17/02/2013)

Pavimentar ou asfaltar. Um desafio da comunicação

Por Hugo Rodrigues*

O verbo asfaltar é empregado, de forma errônea, como sinônimo de pavimentar, não apenas por leigos, mas também por gestores públicos bem-preparados, profissionais experientes da construção e publicações especializadas. Não raro um jornalista escreve que se refere ao “asfaltamento” de tal rodovia, quando, na realidade, ela foi pavimentada com concreto de cimento portland.

A maioria da população, por sua vez, não identifica ou percebe a diferença entre os materiais empregados nos pavimentos de estradas e vias urbanas, razão pela qual se acostumou usar o verbo asfaltar. Daí, o desafio da indústria de cimento e concreto de corrigir a distorção, esclarecendo os diversos públicos sobre a diferença semântica. Mas a questão vai além da confusão semântica. A indústria

está empenhada em demonstrar o valor que o pavimento de concreto agrega para os usuários, traduzido pela sua durabilidade, que pode ultrapassar 30 anos, e para os contribuintes e o poder público, pela redução dos custos de manutenção.

 

* Leia artigo completo do gerente nacional de Comunicação da Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP), publicado em O Estadão Matogrossense (Cuiabá-MT, 29/10 a 05/11/2012).

Pavimento de concreto: reduzindo o custo social

Por Marcos Dutra de Carvalho

Engenheiro civil, líder especialista em Pavimentação da ABCP

O artigo argumenta que o pavimento de concreto é mais durável, seguro e ambientalmente amigável, economiza combustível e iluminação pública, diminui o custo operacional dos veículos e o índice de acidentes nas rodovias e vias urbanas, reduzindo o custo social.

Leia o artigo na íntegra.

Corredor de ônibus em pavimento de concreto na Linha Verde de Curitiba

A rodovia BR 476 (antiga BR-116), que atravessa a cidade de Curitiba, foi incorporada à estrutura viária da cidade com a implantação do Eixo Metropolitano de Transporte – Sul, chamado de Linha Verde. Trata-se de um grande projeto urbanístico que utiliza a tecnologia do pavimento de concreto.

O tema é tratado na edição 58 da Revista do Ibracon pelos engenheiros Carlos Roberto Giublin, Alexsander Maschio (ABCP), Júlio Muller Neto (Redram), Jorge René Palombo Rodriguez (Construtora Camargo Corrêa), Cesar Henrique Sato Daher e César Zanchi Daher (Daher Tecnologia).

Acesse gratuitamente o artigo “Corredor de ônibus em pavimento de concreto na Linha Verde de Curitiba“.

Governar é abrir estradas

O concreto pavimentando os caminhos na formação de um novo país.

Na história recente do Brasil, talvez poucas frases tenham passado a fazer parte do inconsciente coletivo nacional como as palavras do 13º presidente da república, Washington Luís Pereira de Souza: “governar é abrir estradas”. Em seu trabalho constante de promoção do uso do cimento, suas melhores aplicações e práticas, com uma atuação de mais de 75 anos na difusão do conhecimento e da tecnologia, a Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) é também parte dessa história, pois o pavimento de concreto tem uma grande participação no início de nossas estradas e nas obras que hoje consolidam os caminhos do desenvolvimento do país.

Acesse aqui gratuitamente o livro “Governar é abrir estradas

Estradas de concreto: este é o caminho do futuro

O futuro chega mais rápido pelas estradas de concreto. Hoje, em todo o mundo, administradores e técnicos experimentados em projetos e construções de estradas, encontram no concreto as soluções inovadoras que satisfazem os mais variados níveis de exigências técnicas. No Brasil, não é diferente, e a ABCP, fundada em 1936, é hoje considerada um centro de referência e vanguarda em tecnologia do cimento Portland, realizando pesquisas, aperfeiçoando técnicas e desenvolvendo profissionais em todos os níveis. Antes de decidir, consulte aABCP para concretizar com sucesso o seu projeto.

Acesse aqui gratuitamente o folheto “Estradas de concreto: este é o caminho do futuro” e saiba mais sobre esta tecnologia.

Normas técnicas

O pavimento de concreto conta com literatura técnica diversa, de normas, manuais e práticas recomendadas, que embasa sua aplicação em obras rodoviárias e urbanas.

 

Em relação às normas técnicas brasileiras, destacam-se as normas e procedimentos do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), antigo Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (DNER), normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), além das normas da American Society for Testing and Materials (ASTM). As normas e procedimentos do DNIT, recentemente atualizadas, encontram-se atualmente em processo de consulta pública.

 

Normas brasileiras (ABNT e DNIT) relativas ao pavimento de concreto

normas_pavimento

Normas da ABNT relativas a cimento portland e concreto

normas_cimento

Normas do DNER relativas a pavimentos de concreto

normas_dner

 

Normas estrangeiras

normas_estrangeiras

Whitetopping (WT)

Whitetopping é a técnica de reabilitação de pavimentos asfálticos com o uso do concreto de cimento portland, que é aplicado diretamente sobre os revestimentos deteriorados, com ou sem camadas de nivelamento. De modo geral, exige poucos serviços de reparação prévia do pavimento asfáltico existente. Consagrada nos Estados Unidos, a técnica foi empregada com sucesso no Brasil, em obras como: BR-290 (trecho Porto Alegre a Osório), SP-103/79, em São Paulo, e na Serra de São Vicente (BR 163/364) próximo a Cuiabá/MT.

O whitetopping amplia a vida útil e a capacidade de carga dos pavimentos, tendo custo de construção altamente competitivo. Tem espessura mínima de 10 cm e pode ser aplicado em pavimentos flexíveis com qualquer estado de degradação. Foi usado pela primeira vez nos Estados Unidos em 1918 e continua sendo largamente utilizado em todo tipo de situação.

 

Principais vantagens

  • A preparação da superfície deteriorada é mínima, reparando-se principalmente “panelas” existentes ou fresando a superfície (no caso de existência de trilhas de roda consideráveis).
  • Vida útil acima de 20 anos.
  • Como todo pavimento de concreto, economiza energia elétrica de iluminação e combustível.
  • É colocado diretamente sobre o pavimento asfáltico existente, requerendo a preparação da superfície somente em estágios avançados de degradação.
  • Ideal para tráfego pesado, intenso e repetitivo.
  • Usa concreto comum.
  • Elimina a reflexão de trincas.
  • Aumenta a segurança do usuário.
  • É sustentável.

 

Aplicações

O sistema pode ser aplicado em qualquer pavimento flexível com superfície deteriorada, seja em estradas, aeroportos, portos, grandes avenidas, marginais, ruas urbanas, corredores de ônibus etc.

 

Procedimento de execução

  • Avaliação das condições do pavimento flexível.
  • Ensaios para a avaliação da condição de suporte de carga do pavimento a ser recuperado.
  • Preparação da superfície, se necessário, tapando buracos (“panelas”) existentes e fresando as regiões que apresentem grandes deformações, como trilhas de rodas excessivas.
  • Definição do tipo de equipamento de pavimentação adequado ao porte da obra, podendo ser desde uma régua vibratória até uma vibroacabadora de fôrmas deslizantes.
  • Com a superfície pronta para ser reabilitada, o concreto deve ser monitorado para atender às exigências do projeto.
  • O concreto deve ser aplicado sobre a superfície pré-lavada com água limpa e depois adensado.
  • Imediatamente após a concretagem é feita a texturização da superfície e a aplicação do produto de cura química.
  • Por fim, serram-se as juntas, que devem ser seladas.

 

Passo a passo do sistema

  1. Fresagem do asfalto – Fresagem executada em pontos localizados se necessário.
  2. Instalação do Sistema de Referência – Dois cabos de aço nas laterais ao equipamento; quatro sensores (dois de cada lado).
  3. Lançamento do concreto dosado e pré-misturado em usina, com a utilização de caminhões basculantes, quando utilizada a vibroacabadora de fôrmas deslizantes. No caso de equipamento de pavimentação de pequeno e médio portes, fôrmas trilho ou régua vibratória, utiliza-se usina apenas dosadora e caminhões betoneiras.
  4. Lançamento do concreto – Em função da largura da pista, pode ser utilisada uma escavadeira hidráulica na frente da pavimentadora.
  5. Barras de transferência – Colocação manual se o equipamento não possuir insersor automático de barras (DBI).
  6. Espalhamento e Vibração do Concreto.
  7. Colocação das barras de ligação manualmente, se o equipamento não possuir insersor automático.
  8. Acabamento – Desempeno mecânico com Auto float SP 500 e Float Pan CMI SF 3004.
  9. Acabamento manual com com float e rodo de corte.
  10. Texturização manual ou mecânica.
  11. Cura química – Manual (quando não há possibilidade de uso de equipamento mecanizado) ou Mecânica, por meio de equipamento chamado de texturizadora e aplicadora de cura química.
  12. Serragem das juntas.
  13. Selagem das juntas.
  14. Juntas de construção – São executadas manualmente. Devem ser tomados cuidados no nivelamento da fôrma, que deve ser preferencialmente metálica.
  15. https://viasconcretas.org.br/wp-content/uploads/2019/08/whitetopping_sp79.jpg

 

O whitetopping, quando executado encaixado, recebe o nome de Inlay, muito utilizado nos corredores exclusivos de ônibus urbanos e BRTs (e também em perimetrais e marginais) em diversas cidades no Brasil, há muitos anos. Esta tecnologia tem se mostrado a melhor, senão a única, solução de engenharia para a reabilitação de pavimentos asfálticos existentes, tanto sob o aspecto técnico quanto econômico.

 

Reabilitaçao do pavimento da rodovia SP-79

 

BR 163/364, trecho da Serra de São Vicente-MT


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